Arquibrasil's Blog


Este blog é de autoria das acadêmicas: Aline Lusa, Debora Araldi, Karen Fagundes, Lais Visoli, para a disciplina de Arquitetura no Brasil 2009/02, curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Comunitária da Região de Chapecó – UNOCHAPECÓ.


OBJETIVO DO BLOG

Nosso objetivo é o resgate para as questões que envolvem a teoria na arquitetura juntamente com o urbanismo, desde a colonização brasileira até os dias atuais. Assim, tendo a possibilidade de identificar as suas possíveis transformações nos campos já citados, bem como os aspectos sociais e econômicos.


ARQUITETURA NO BRASIL

A arquitetura brasileira, foi diretamente influenciada pelos diversos estilos arquitetônicos vindos do exterior, desde sua colonização no ano de 1500.


ARQUITETURA COLONIAL

No Brasil, a arquitetura Colonial é a arquitetura realizada no ano de 1500 até aproximadamente o ano de 1830.

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Imagem 01:Travessa Urussunga, antiga rua de Florianópolis – SC
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina, p. 29.

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Imagem 02: Sobrado típico. Faixas de madeira companhadas por perfis de estuque, rebordo perfilado, pseudo-pilastras, sacada inteiriça com ornamentos de ferro forjado, por volta de 1830. Rua Conselheiro Mafra, Florianópolis -SC.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina, p. 145.

Tem como característica as residências construídas sobre o alinhamento das vias públicas e sobre os limites laterais dos terrenos. As vias eram traçadas conforme as casas.
Não havia meio-termo, as casas eram urbanas ou rurais. Não eram construídas casas urbanas com determinado recuo e com jardim.

As casas eram construídas de forma uniforme, em certos casos, esta repetição eram de posturas municipais.

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Imagem 03:Parati – RJ – Vista Geral
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 162.

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Imagem 04: Rua antiga com leito de rocha nua. Imagem o5: Rua de casas coloniais de duas braças de largura, atualmente renovadas. Imagem 06: Rua de casas coloniais de 1800, rua João Pinto. Imagem 06: Rua antiga com casas térreas, por volta de 1870, rua Tiradentes. Imagem 07: Detalhe da mesma rua.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina. p.178.

As técnicas construtivas eram primitivas, nas casas mais simples as paredes eram de pau-a-pique, adobe ou taipa de pilão. Nas casas mais importantes era utilizado materiais como a pedra e o barro, tijolos ou pedra e cal.

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Imagem 08: Diamantina – MG – Detalhe da varanda com beiral de cachorros, interceptado por tábua inclinada, formando sanca.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 136.

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Imagem 09: Ouro Preto MG – Casa dos Contos, interior do sobrado.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 126.

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Imagem 10: Tiradentes: Detalhes de fechaduras.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 126.

As coberturas eram em telhados de duas águas, com telhas cerâmicas, onde a água da chuva era escoada para a rua e para os fundos do terreno, ou com o aparecimento de águas furtadas ou camarinhas, porém eram colocados de forma a evitar a necessidade de calhas ou rufos.

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Imagem 11: Casa com rebordo de duas filas de telha e faixas de estuque.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina. p.165.

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Imagem 12: Casa térrea, de duas braças de largura com janela e porta-janela. Rebordo de telhas de canal, faixas nas aberturas de madeira. Abertura de esgoto debaixo da porta. Construção situada na rua Conselheiro Mafra, Florianópolis – SC, 1750.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina. p.136.

Os principais tipos de habitação eram o sobrado, este de dois pavimentos onde seu uso poderia ser residencial, comercial ou misto,com piso de assoalho e a casa térrea chão batido. Os pavimentos térreos dos sobrados, eram ocupados por lojas, ou para acomodação dos escravos e animais.
Outra tipologia deste período eram as chácaras, que ficavam distantes da cidade, e com fácil abastecimento de água, devido rios e nascentes, a cobertura era com quatro águas, existia um alpendre, e eram de dois pavimentos e as quatro fachadas eram recuadas, devido o tamanho do terreno.

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Imagem 13: Casa do Padre Inácio, Cotia – SP.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 126.

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Imagem 14: Fila de casas de três eixos, na Praça Getúlio Vargas – Florianópolis – SC.
Fonte:Construções Antigas em Santa Catarina. p.164.

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Imagem 15: Casa térrea, Florianópolis- SC.
Fonte:Construções Antigas em Santa Catarina. p.164.

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Imagem 16: Parati -RJ- Casários com a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 126.

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Imagem 17: Búzios- Casa de fazenda de frente para o mar.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 164.

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Imagem 18/19: São Roque – SP – Fazenda Santo Antonio, casa grande e capela da antiga fazenda.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 45.

O urbanismo foi caracterizado pela adaptação do traçado das ruas, largos e muralhas, a topografia acidentada do terreno e principalmente a posição de edifícios importantes em pontos estratégicos, como podemos citar conventos e igrejas.

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Imagem 20: Convento de São Francisco, Olinda.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 52.

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Imagem 21: Mosteiro de São Bento – Olinda.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 61.

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Imagem 22: Matriz de Santo Antonio, projeto e esculturas de Aleijadinho – Tiradentes.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 115.

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Imagem 23: Igreja de Nossa Senhora do Rosário – Alcântara.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 25.

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Imagem 24: Vestígios de azulejos remanescentes no átrio da Igreja de Santo Antonio – Iguape.
Fonte:Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 90.

Outro fator do urbanismo colonial era a criação de praças junto a edifícios religiosos, como é o caso do Colégio dos Jesuítas no século XVI.
Uma outra característica era a inexistência de passeio público, as ruas eram recobertas com pedras do local. A topografia era vencida com escadas.
O primeiro sistema de captação da água foram os chafarizes, e os aquedutos.

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Imagem 25: Antigo aqueduto, Arcos da Carioca Rio de Janeiro.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 165.

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Imagem 26: Chafariz de São José – Tiradentes.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 132.

Detalhe esquadrias: 128129
Imagem 27/28: Janelas, caixilharias, postigos, muxarabis.
Fonte: Uma visão da arquitetura colonial no Brasil, p. 128/129.

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Imagem 29: Janela da casa térrea colonial, no lado externo a janela guilhotina; no lado interno a janela escura de madeira.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina. p.137.

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Imagem 30: Porta-janela da casa colonial, no lado externo a porta-janela, no lado interno a porta escura de madeira.
Fonte: Construções Antigas em Santa Catarina. p.138.

REFÊRENCIAS:

BROSS, Hans. Construções Antigas em Santa Catarina. Florianópolis: ed da UFSC, 2002.

HUE, Jorge. Uma visão da arquitetura colonial no Brasil. Rio de Janeiro: ed Agir, 1999.

ARQUITETURA COLONIAL POSTADO POR ALINE LUSA.


ARQUITETURA NEOCLÁSSICA

Movimento cultural do fim do século XVIII, está identificado com a retomada da cultura clássica por parte da Europa Ocidental em reação ao estilo Barroco. No entanto, o Neoclassicismo propõe a discussão dos valores clássicos, em contraposição ao Classicismo renascentista. A concepção de um ideal de beleza eterno e imutável não se sustenta mais. Para os neoclassicistas, os princípios da era clássica deveriam ser adaptados à realidade moderna.
A Arquitetura neoclássica foi produto da reação anti-barroco e anti-rococó, levada a cabo pelos novos artistas-intelectuais do século XVIII. Os Arquitetos formados no clima cultural do racionalismo iluminista e educados no entusiasmo crescente pela Civilização Clássica, cada vez mais conhecida e estudada devido aos progressos da Arqueologia e da História.

Algumas características da arquitetura:
• materiais nobres (pedra, mármore, granito, madeiras);
• processos técnicos avançados;
• sistemas construtivos simples;
• linhas ortogonais;
• formas regulares, geométricas e simétricas;
• volumes corpóreos, maciços, bem definidos por planos murais lisos;
• uso de abóbada de berço ou de aresta;
• uso de cúpulas, com freqüência marcadas pela monumentalidade;
• espaços interiores organizados segundo critérios geométricos e formais de grande racionalidade;
• pórticos colunados;
• frontões triangulares;
• a decoração recorreu a elementos estruturais com formas clássicas, à pintura rural e ao relevo em estuque;
• valorizou a intimidade e o conforto nas mansões familiares;
• decoração de caráter estrutural.

Neoclassicismo no Brasil

Em 1816, desembarca no Brasil a Missão Artística Francesa, contratada para fundar e dirigir no Rio de Janeiro uma Escola de Artes e Ofícios. Nela está, entre outros, o pintor Jean-Baptiste Debret. Em 1826 é fundada a Academia Imperial de Belas-Artes, futura Academia Nacional, que adota o gosto neoclássico europeu e atrai outros pintores estrangeiros de porte, como Auguste Marie Taunay e Johann Moritz Rugendas. Pintores brasileiros desse período são Manuel de Araújo Porto-Alegre e Rafael Mendes Carvalho, entre outros.

Igreja de nossa Senhora de Candelária, RJ.

Igreja de nossa Senhora de Candelária, RJ.


FONTE: http://farm3.static.flickr.com/2076/2525555965_98a789a8f3_b.jpg

No país, a tendência torna-se visível na arquitetura. Seu expoente é Grandjean de Montigny (1776-1850), que chega com a Missão Francesa. Suas obras, como a sede da reitoria da Pontifícia Universidade Católica no Rio de Janeiro, adaptam a estética neoclássica ao clima tropical. Mesmo que sua fundamentação fosse de uma sociedade agrário-escravocrata e com um comércio relativamente atrasado, tendo um governo monárquico.

 Antiga casa de Grandjean – RJ

Antiga casa de Grandjean – RJ


FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br

Academia de Belas Artes

Academia de Belas Artes


FONTE: http://www.jbrj.gov.br

É possível afirmar que a influência neoclássica se deu no Brasil em dois níveis diferentes. Nos centros maiores do litoral, especialmente Rio de Janeiro, Belém e Recife que tinham contato direto com a Europa, desenvolveram um nível mais complexo de arte e arquitetura e se integrou nos moldes internacionais da sua época; e nas províncias.

Desenho da fachada do edifício Alfândega, 1817. Grandjean de Montigny.

Desenho da fachada do edifício Alfândega, 1817. Grandjean de Montigny.


FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br

 Palácio Imperial, Petrópolis

Palácio Imperial, Petrópolis


FONTE: http://static.panoramio.com/photos/original/8117938.jpg

Teatro de Santa Isabel – 1850. Recife

Teatro de Santa Isabel – 1850. Recife


FONTE: http://oglobo.globo.com

ARQUITETURA NEOCLÁSSICA POSTADO POR KAREN FAGUNDES


ARQUITETURA ECLÉTICA

Uso ou mistura de estilos do passado ocorrido na segunda metade do século XIX.

Em fins do século é que parece termos atingido realmente a chamada era moderna, que os historiadores afirmam ter começado desde o século XV durante o período da Renascença e após a descoberta da América por Colombo em 1492. A tão discutida era moderna realmente deflagrou quando a Revolução Francesa de 1789 pôs fim a tantos pressupostos que haviam sido tomados por verdadeiros até então.
Dentre as inúmeras mudanças ocorridas, estão as que se referem ás idéias do homem sobre a arte e á atitude do artista em relação ao que se chama estilo. Em épocas passadas os artistas faziam suas obras de acordo com o que achavam certo ou porque tinham que ser assim, não questionavam se seguiam alguma tendência, acreditavam que suas obras eram praticadas ao seu gosto pessoal, sem influências externas ou algum compromisso estético pré-estabelecido.
Já no século XIX, a questão estilo tomou novo rumo. Procurava-se ora seguir o ideal de regras da arquitetura clássica estabelecido nos livros de Palladio, ora questionar o uso desse ideal e empenhar uma volta romântica ao passado através de construções neo-góticas ou de inspiração oriental. Alguns arquitetos procuravam seguir influências de diversos estilos em uma única construção, utilizando influências do Barroco, Arte Oriental, Clássico e também dos recém surgidos Art Deco e Art Noveau.
O mundo ocidental caminhava para um futuro diferente a passos rápidos, mas algumas pessoas acreditavam não ser preciso pensar nisso seriamente e olhar a arquitetura como resultado das necessidades e do modo de vida do homem daquele momento. Construíam prédios com tecnologia sofisticada da época, atendendo por vezes as necessidades funcionais que já se impunham, mas traziam um passado estranho aquela realidade para revestir suas fachadas.
A arquitetura Eclética tem para a história grande valor porque relata esses momentos de profundos paradoxos na vida do homem moderno. A casa urbana brasileira, uma tipologia de construção nova para a época. Acontecia um crescimento rápido de muitas cidades brasileiras, de maneira que no início do séc. XX, a casa passa a ter sua fachada principal alinhada à testada do lote, ganha um acesso e varanda laterais e comumente é geminada com sua vizinha. Os portões e gradis são de ferro e essa casa pode receber ainda uma profusão de influências de períodos distintos do passado.

A presença do porão é comum na época. Balaustrada na platibanda e cornija logo abaixo, clássicas. Padieira em forma de cornija acima das janelas também é clássica, mas o elemento ornamental rebuscado quebra a formalidade comum ao clássico. Os caixilhos das janelas e a cor da casa denotam a presença do Art Deco. Esse Ecletismo, mesmo que discreto, acompanha a arquitetura brasileira até a década de trinta do séc. XX.

O uso de cores fortes é uma influência da proposta contemporânea do Art Deco, que por usa vez ganhava inspiração no uso de cores mais agressivas do movimento fovista da pintura moderna. Os gradis de ferro são presença quase obrigatória nos prédios da época.


Presença de platibanda em concreto com desenhos geométricos imitando os que eram produzidos nos gradis de ferro tão em moda, traços do Art Deco. Acima das janelas surge uma surpreendente padieira ornamentada com a famosa concha do Barroco e Rococó. Estilos, histórias, memórias e épocas que se misturam e incrivelmente se fundem, aqui, no ecletismo.

ARQUITETURA ECLÉTICA POSTADO POR DÉBORA ARALDI E LAÍS VISOLI


ARQUITETURA MODERNA

O Modernismo foi um movimento artístico e cultural que se iniciou na Europa e começou a ter seus ideais difundidos no Brasil a partir da primeira década do século XX. Foi introduzido no Brasil através da atuação e influência de arquitetos estrangeiros adeptos do movimento, embora tenham sido arquitetos brasileiros, como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, que mais tarde tornaram este estilo conhecido e aceito. Foi o arquiteto russo Gregori Warchavchik quem projetou a “Casa Modernista” (1929-1930), a primeira casa em estilo Moderno construída em São Paulo.

Casa Modernista - Gregori Warchavchik
Casa Modernista – Gregori Warchavchik
FONTE: http://www.arquiteturamodernacapixaba.hpg.ig.com.br/introd-AMB.html

Principais características:

- racionalismo e funcionalismo;
- formas geométricas definidas;
- sem ornamentos;
- separação entre estrutura e vedação;
- uso de pilotis;
- vidro na fachada;
- integração com o entorno.

PRÉDIO DO MES -  Lúcio Costa
Prédio do MES – Lúcio Costa
FONTE: http://www.arquiteturamodernacapixaba.hpg.ig.com.br/introd-AMB.html

Os principais arquitetos do movimento moderno brasileiro são: Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Eduardo Reidy, Attilio Correa Lima, os irmãos Marcelo e Milton Roberto, entre outros.

Museu - Oscar Niemeyer
Museu – Oscar Niemeyer
FONTE: http://www.bemparana.com.br/metropole/wp-content/uploads/2009/07/zzzmuseu-arquitetura.jpg

Museu de Arte Contemporânea - Oscar Niemeyer
Museu de Arte Contemporânea – Oscar Niemeyer
FONTE: http://www.quintacidade.com/wp-content/uploads/2007/09/on1.jpg

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Brasilia – Lúcio Costa
FONTE: http://www.abitare.it/wp-content/uploads/2009/09/brasilia.jpg

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Ponte – Lúcio Costa
FONTE: http://www.ucb.br/i2ts2007/Fotos%20Tratadas/800px-Brasilia_Ponte_JK.jpg

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Praça dos Três Poderes – Brasília
Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2008/10/alguns-edificios-desenhados-por-oscar.html

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Memorial da América Latina
Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2008/10/alguns-edificios-desenhados-por-oscar.html

igreja-da-pampulha-niemeyer-731588
Igreja da Pampulha
Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2008/10/alguns-edificios-desenhados-por-oscar.html

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Catedral de Brasília
Fonte: http://www.santamariatem.com.br/blog/2008/10/alguns-edificios-desenhados-por-oscar.html

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MASP – Lina Bo Bardi
Fonte:http://biocita.files.wordpress.com/2009/01/masp.jpg

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Casa de Vidro – Lina Bo Bardi
Fonte: http://www.institutobardi.com.br/instituto/instituto/fotos/foto01.jpg



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